segunda-feira, 29 de março de 2010

IRENA SENDLER

SABES QUEM ERA?
INJUSTIÇA
Nem sempre fica com o prémio, aquele que mais o merece
Uma senhora de 98 anos chamada Irena acabou de falecer.Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações.
Mas os seus planos iam mais além... Sabia quais eram os planos dos nazis relativamente aos judeus (sendo alemã!)
Irena trazia meninos escondidos no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira, na parte de trás da sua camioneta (para crianças de maior tamanho). Também levava na parte de trás da camioneta, um cão a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saia do Gueto.Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruido que os meninos pudessem fazer.Enquanto conseguiu manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças.Por fim os nazis apanharam-na e partiram-lhe ambas as pernas e os braços e prenderam-na brutalmente.
Irena mantinha um registo com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma arvore no seu jardim.Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a familia. A maioria tinha sido levada para aa camaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adoptivos.No ano passado foi proposta para receber o Prémio Nobel da Paz... mas não foi seleccionada. quem o recebeu foi Al Gore por uns diapositivos sobre o Aquecimento Global.
Não permitamos que alguma vez, esta Senhora seja esquecida!!
UMA BREVE HISTÓRIA RELATIVA E ANEXA A ESTA MENSAGEM:
Menina: Tenho que lhe dizer uuma coisa, senhor...Tem no seu braço uma tatuagem sem graça nenhuma. É só um montão de números.
Senhor: Bem teria a tua idade quando ma fizeram. Mantenho-a como uma recordação.
Menina: Oh! ... Uma recordação de dias mais felizes?
Senhor: Não, de um tempo em que o mundo ficou louco. "Imagína-te a ti mesma num país em que os teus compatriotas seguem a voz de um político extremista que não gostava da tua religião. Imagína que te tiravam tudo, que enviavam toda a tua familia para um campo de concentração, para trabalhar como escravos, e ser assassinados sistemáticamente. Nesse sitio te tiravam até o teu nome para ser substituido por um número tatuado no teu braço. Chamou-se a isso O Holocausto, quando milhões de pessoas foram mortas só pelas sua crenças religiosas..." Menina: Então tu usas essa tatuagem para recordares o perigo das políticas extremistas!
Senhor: Não, querida. É para que tu o recordes.
Passaram já mais de 60 anos, desde que terminou a 2ª Guerra Mundial na Europa. Esta mensagem está a se reenviar como uma cadeia comemorativa, em memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos e 1.900 sacerdotes católicos que foram assassinados, massacrados, violados, mortos à fome e humilhados com os povos da Alemanha e Rússia olhando para o outro lado.
Agora, mais que nunca, com o Iraque, Irão e outros proclamando que O Holocausto é um mito, é imperativo assegurar que o Mundo nunca esqueça.
A intenção desta mensagem (e-mail), é chegar a 40 milhões de pessoas em todo o mundo.
Une-te a nós e sê mais um elo desta cadeia comemorativa e ajuda a distribui-la por todo o mundo...
Por favor, envía esta mensagem por e-mail, ou o endereço deste link, às pessoas que conheces e pede-lhes que não interrompam esta cadeia.

segunda-feira, 15 de março de 2010

FINALMENTE!!!

MAIS ALGUÉM COM UM SÍTIO DE NOTÍCIAS POSITIVAS

BoasNotícias.pt arranca hoje só com artigos positivos
segunda-feira, 15 de Março de 2010 10:09

O portal BoasNotícias.pt, com cariz informativo, vai estar online a partir desta segunda-feira e terá como elemento diferenciador o facto de se debruçar somente sobre notícias de conteúdo positivo.

O site visa contrariar «a corrente de informação negativa que predomina nos meios de comunicação social», reafirmando que, diariamente, «há acontecimentos positivos que merecem ser destacados com rigor, qualidade e isenção», segundo o divulgado em comunicado.

A página, com coordenação editorial da ex-jornalista da TSF Patrícia Maia, terá actualização diária e promete apostar «fortemente» na secção Vida e Lazer, com destaque para os «assuntos relacionados com o bem-estar e eventos culturais», além de produzir nas áreas de Mundo, Sociedade, Saúde, Tecnologia, Cultura, Ciência e Desporto.

Actualmente composta por três elementos, a redacção irá trabalhar também em grandes reportagens mensais e na produção de material multimédia próprio.

Retirado de:
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=440356

segunda-feira, 8 de março de 2010

DIA DA MULHER

"JOANA", UMA MULHER AO VOLANTE DE UM TÁXI
08 de Março de 2010, 12:07

É apenas uma entre algumas mulheres que (cada vez mais) vão aparecendo ao volante de um táxi. E não é por vergonha que "Joana" opta por um nome fictício, até porque facilmente conta a sua história a alguns passageiros. É a família e a pequenez do meio que impedem a exposição. Apesar de contraditório, prefere manter a sua frontalidade sem um rosto.
Quando tirou o curso de três meses para ser taxista, era a única mulher entre 20 homens. Na empresa onde trabalha continua a ser a única representante do sexo feminino. Mas "Joana" prefere não ver as coisas por esse ângulo. Só sentiu na pele a desconfiaça dos colegas uma vez.“Mulher minha não andava aqui”, ouviu pela janela do carro. Resolveu o assunto como habitualmente. Fechou a janela e ignorou.

Antes das 8 da manhã, sobe a Calçada de Carriche até chegar à praça de táxis do Hospital Pulido Valente. É aí que normalmente apanha o primeiro passageiro e a partir dessa altura segue ao sabor dos restantes pedidos. Mas no volante quem manda é "Joana". Tem sido sempre assim.
Foi ela quem pôs fim a um emprego confortável e a um casamento porque começou a achar que “a vida não prestava para nada”. Foi ela quem montou um novo negócio com um novo amor (e ambos não resultaram). E foi ela quem decidiu abrir um salão de cabeleireiro, mesmo sabendo que isso punha em risco o casamento de então.
“Isso da emancipação da mulher para mim não pega. Se nos nos dedicarmos à profissão, o casamento fica para trás”. Se pudesse escolher, tinha hoje um casamento estável em vez de um trabalho. Não foi esse o caminho que seguiu e, para alguém que tem o romantismo em tão boa conta, não deve ser fácil.

Conduzir como terapia
Depois de perder quase tudo valeu-lhe o carro. Curou a depressão a conduzir. Guiava até ao Cabo da Roca e parava para pensar. Enquanto vendia tudo o que tinha sem preocupações com o futuro, uma brincadeira das amigas soou mais séria do que devia. “Tu davas uma boa taxista”, disseram-lhe. E ela nem se lembrava de alguma vez ter andado de táxi.
Na festa dos seus 49 anos conheceu um taxista e apaixonou-se de novo. E, mais uma vez, foi o trabalho que a afastou do amor. Contra a opinião do companheiro, Joana, com 50 anos, decidiu: se não arranjasse emprego até ao fim do ano iria ser taxista. Depois de uma entrevista de emprego desanimadora, encontrou uma mulher taxista na rua. A brincadeira das amigas tornou-se real.
"Joana" percorre as ruas sem a pressa atríbuida à maior parte dos taxistas. Mas esta segurança engana: a profissão só lhe chegou às mãos há um ano. Mas também já tem sentimento de classe, fala no colectivo quando tem de falar dos problemas da profissão.

Ser mulher e ser taxista
No caso dela é a pressão de facturar. Num monte de folhas guarda tudo o que ganhou desde o primeiro dia. Se num dia conseguir juntar 100 euros, fica apenas com 35. O resto é entregue ao patrão. E tudo isto em dias de trabalho de, muitas vezes, 14 ou 15 horas.
“As mulheres taxistas são pacatas”. Pelo menos as que conhece. “Não as vejo a dizer palavrões ou a jogar às cartas”. E esta última tirada é dirigida aos colegas homens. É na sensibilidade que "Joana" encontra a maior diferença entre as mãos de um homem e as de uma mulher no volante. “Acho que podemos dignificar isto”. Dá um exemplo: uma vez, nenhum colega aceitava transportar um casal apenas porque um deles se movia numa cadeira de rodas e o trajecto era curto. "Joana" foi a única a transportá-los.

Talvez por isso se mantenha afastada dos colegas. Amigos taxistas só tem três. “Aprendi que quanto mais calada e de vidro fechado eu estiver melhor”. Só quer trabalhar, estar sossegada, ir ganhando o suficiente para a renda, para ir de vez em quando ao cinema ou ao teatro, no pouco tempo que tem livre.

Aguenta este trabalho porque precisa do dinheiro e porque a distrai. “Entrego-me demais também para não sentir solidão”. Mas "Joana" gosta do que faz. O trabalho já lhe “curou” as insónias, a espandilose e duas artoses na coluna. Se lhe oferecessem um novo emprego, com o mesmo ordenado e à frente de uma secretária ou fechada numa loja não aceitava. Gosta de andar por aqui e ali. “Em liberdade”. Para onde a levarem.

Retirado de:
http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1051096.html